Correio da Tarde

Na Mira - Nélio Jr.


Por Nélio Jr.
Colaboração: Kennya Amorim

Camila Rodrigues


"Eu entendo perfeitamente o trabalho dos paparazzi. Mas tem um limite para tudo..."

Linda, charmosa, simpática e, cá entre nós, muito bem casada! A nossa entrevistada desta semana é a atriz Camila Rodrigues, que desembarcou em São Paulo com a missão de ser a estrela de uma grife de moda jovem. Tarefa cumprida! Num rápido bate papo com a Na Mira, a musa falou sobre a antiga vida de modelo, o casamento com Bruno Gagliasso, futuros filhos e o trabalho dos paparazzi que tanto atormentam as celebridades.

aVocê é paulista com alma carioca?
Nasci em Santo André, mas com 2 anos me mudei para Fortaleza e, aos 4, para o Rio. Então, sou carioquíssima.

A carreira de modelo que exerceu no passado ajudou hoje na passarela?

Até que sim, viu? Eu tinha e ainda tenho um problema sério para a profissão: altura. Hoje, como atriz, faço caras e bocas e vou embora! Encaro a passarela numa boa! Uma grande brincadeira.

Você é uma pessoa vaidosa?

Eu sou vaidosa, mas sem exagero. Eu gosto de passar hidratantes, cuidar dos meus cabelos e da minha alimentação, mas na medida certa.

O que você mais gosta em seu corpo?

Gosto muito da minha boca. Acho bem desenhada. Também gosto dos meus olhos. São grandes e puxadinhos, e um misto de mel e verde. E tudo que eu expresso passa pelo olhar.

Você tem uma tatuagem que significa "sincronicidade". Tem algum significado especial?

A gente fez há uns meses em grupo: eu, o Bruno, a Fernanda Paes Leme e um amigo nosso de Salvador. A minha e a da Fê é no mesmo lugar, a deles é no braço. A gente escolheu a palavra porque nosso professor de teatro sempre falava em sincronia. Porque a gente precisa da voz, da interpretação, da inteligência cênica.

Até que ponto o trabalho da imprensa atrapalha a vida particular de vocês?

Eu entendo perfeitamente o trabalho dos paparazzi. Mas tem um limite para tudo. Não vou dizer que foi legal abrir a revista e ver eu e o Bruno flagrados em plena lua de mel. Não foi. Mas fazer o quê? Estávamos num lugar público!

Ainda falando sobre invasão de privacidade, certa vez, o Bruno Gagliasso disse que uma fã acompanhou o enterro da avó dele para estar mais próximo do ator. Algum episódio parecido já aconteceu com você?

Que eu me recorde, não. Mas essa fã, um dia, me abordou. Até me cumprimentou! Disse que já me conhecia. Mas eu não lembrava dela. Foi então que ela falou: "estive no enterro da avó do Gagliasso". Que situação, hein?




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