
Paulo Macêdo
paulomacedo@correiodatarde.com.brPaulo Macêdo
Publicado na Edição Número 1209 - Ano IV
1 - A Mercedes-Benz do Brasil está comemorando a liderança nas vendas de veículos comerciais, pesquisa feita sobre o ano passado. Foram vendidas 51 mil unidades, sendo 33 mil caminhões, no segmento acima de 3 toneladas, 12 mil ônibus e 6 mil comerciais leves. É liderança.
2 - Acabou o entendimento entre Mercedes-Benz e a BMW, ambas alemãs e que seria uma cooperação visando o barateamento da produção de seus veículos.
3A - Volvo na vai ficar apenas com o Hatch no modelo C30. O C30 tem agora a versão com motor Verde, elétrico e com baterias de lítio.
4 - A Kia está comemorando o fato de seu crescimento em vendas, no Brasil. O ano reém findo foi, na opinião da diretoria, um ano excelente. Cresceu 53% em suas vendas globais. Na china, a marca cresceu 190%.
5 - Há dúvidas quanto a decisão da Volkswagem em não produzir mais o new beetle, que foi o sucessor do fusca. Segundo dizem, a produção de dezembro ultimo, foi a última. Porem, há quem afirme que a produção vai continuar. A fábrica não diz sim nem não.
6 - Todos os jornalistas especializados estão lembrando de Ray Young, que presidiu a General Motors do Brasil durante três anos, saindo daqui em 2004. Esta senama ele foi nomeado vice-presidente mundial da General Motors.
7 - Estã sendo tomadas providencias em São Paulo, com vistas ao Salão do Automóvel do Brasil, em outubro deste ano. E as montadoras sediadas no Brasil vão lançar, este ano, 40 lançamentos de carros.
Um ano marcado na históriaO presidente da FIAT Automóveis do Brasil, e da América Latina e membro do conselho superior da FIAT Mundial, Cledorvino Belini, com quem sempre converso nos lançamentos da marca, é notório de rara inteligência e cultura, realizando, em nosso País, uma administração exemplar. Vejam, agora, o seu artigo na revista Mundo Fiat, sob o Título "Um Ano Marcado na Histótia".
"Mais um ano termina. E não foi um ano qualquer: 2009 ficará marcado na história pela crise econômica mundial, talvez comparável a de 1929. Foi o ano da falência de instituições financeiras internacionais, de falta de crédito e de retratação do consumo, de declínio das grandes economias tradicionais e da confirmação da ascensão de países emergentes, entre os quais, o Brasil.
Para o grupo Fiat, será o ano em que mantivemos nosso plano de investimentos mesmo em um cenário de profunda incertezas e cumprimos nosso cronograma de lançamentos de novos produtos, dando respostas rápidas ao mercado e criando condições para superação da crise.
O Brasil foi o ultimo país a entrar na crise global e o primeiro a sair dela. O governo adotou medidas anticíclicas que surtiram efeitos positivos no combate à contratação da atividade econômica. Uma das ferramentas mais importantes foi a redução da alíquota do imposto sobre o produto industrializado (IPI) que incide sobre vário produtos, como linha branca, insumos da construção civil, automotores, entre outros produtos. O temor que sempre acompanha as crises econômicas não se disseminou pela sociedade e a atividade econômica contraiu-se no primeiro trimestre do ano, mas apoiada no consumo das famílias, voltou a expandir-se no segundo semestre. O vigor da demanda que se verificou nos últimos trimestres reforça a expectativa de que o país crescerá de forma sustentável nos próximos anos, alinhando-se às economias mais dinâmicas.
Muitas lições foram aprendidas em 2009. No grupo Fiat, as incertezas inerentes à eclosão da crise global forma combatidas com esforço concentrado em ganhos de eficiência, em inovação, motivação e atenção ao mercado. Impulsionando ações transversais ao Grupo, na perspectiva de fortalecer sinergias.
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