INSS vai transferir 4.966 benefícios do Banco Rural para o Banco do Brasil
Publicado no Dia 11/10/2008
Aposentados, pensionistas e demais beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que recebiam no Banco Rural passarão a receber no Banco do Brasil, a partir do próximo dia 27. Cartas estão sendo encaminhadas aos interessados esclarecendo a mudança e os novos endereços de recebimento. A medida vai atingir 4.966 benefícios, segundo o INSS.
O INSS informa que os benefícios serão pagos nas agências do Banco do Brasil mais próximas das residências dos segurados e que por esse motivo é importante que eles mantenham os seus dados atualizados.
No primeiro recebimento, o beneficiário terá que comparecer ao balcão de atendimento da agência indicada na carta tendo em mãos um documento de identidade, com foto, e o número do benefício. A partir do segundo, o dinheiro poderá ser sacado com o cartão magnético no caixa da agência.
Segundo o INSS, os beneficiários que recebiam no Banco Rural e que ainda não sacaram o último pagamento terão 60 dias, a partir da data do último depósito, para retirar o saldo remanescente. Ao término do prazo, o banco vai devolver o dinheiro ao INSS, que só poderá ser sacado após uma solicitação feita na agência da Previdência Social em que é mantido.
Serão transferidos benefícios dos municípios de Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Goiânia, Cuiabá, Manaus, Fortaleza, São Luis, São Paulo (capital), Ribeirão Preto, Maceió, Aracaju, Natal, Recife e Teresina. A transferência ocorreu, há cerca de dois meses, depois do pedido do Banco Rural de rescisão de convênio com o INSS. (Agência Brasil)
Salário mínimo
O ministro da Previdência, José Pimentel, assegurou que mesmo que haja necessidade de revisão no Orçamento de 2009 não haverá mudanças na estimativa de valor do salário mínimo. "O salário mínimo faz parte de um acordo com as centrais sindicais e está na Lei de Diretrizes Orçamentárias e vamos garanti-lo", afirmou Pimentel, ao chegar no Ministério das Relações Exteriores para participar da festa em comemoração aos 200 anos do Banco do Brasil.
De acordo com o ministro, ainda não há motivos para revisão orçamentária, mas se isso for necessário o governo não vê problema em fazê-lo. Pimentel citou como exemplo o orçamento de 2008, que precisou ser revisado por causa da rejeição, pelo Senado, da proposta de prorrogação da Contribuição Provisória sobre a Movimentação Financeira (CPMF).
"Se tiver que fazer ajustes no Orçamento, não será novidade nem no Brasil e nem em qualquer outro país", afirmou Pimentel. (Agência Brasil)

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