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Edição Número 1.819 - Ano VII - Natal e Mossoró, Quarta-feira, 08 de Fevereiro de 2012.
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Comerciante é assassinado com oito tiros de pistola



Publicado no Dia 10/03/2010
Marcius Valerius e Katarina das Vitórias

Katarina das Vitórias
Maxwell morreu na hora, após ser atingido por disparos de pistola 380
Mais um acerto de contas marcado pela violência choca os moradores da Zona Oeste. Na noite de ontem, o comerciante Maxwell de Souza Celestino, de 37 anos, foi assassinado com oito disparos de pistola calibre 380, enquanto conversava com dois amigos identificados apenas pelos nomes de "Garibaldi" e "Aladin". O crime aconteceu em frente à distribuidora JM Comercial de Bebidas, que Maxwell herdou do pai, localizada na rua Manoel Miranda, no bairro Bom Pastor.

De acordo com informações de populares repassadas ao aspirante Diego Meira, oficial do dia do 9º Batalhão de Polícia Militar (BPM), pouco depois das 18h, um homem chegou ao estabelecimento a bordo de uma motocicleta Titan, de cor preta, com a placa retorcida - virada para cima - e se aproximou de Maxwell, que estava sentado em uma cadeira de plástico com os.

Sem que houvesse chance de qualquer reação e que nada fosse falado, o homem abriu fogo contra o comerciante que morreu na hora, após ser atingido por tiros na cabeça, tórax e abdômen. Após a execução, o assassino fugiu em seguida.

Os serviços de emergência foram acionados. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) apenas realizou a confirmação do óbito. Já os policiais militares realizaram o isolamento do local do crime para preservação de prováveis pistas que levem os investigadores ao criminoso. Fontes revelaram que no local do crime foram colhidas três cápsulas 380, um projétil e ainda as marcas do pneu da moto que ficaram no asfalto da rua.

Como tinham informações de quem seria o criminoso, outros policiais militares realizaram barreiras, ao longo dos bairros próximos, na tentativa de localizar homem a bordo de uma moto preta com placa amassada, mas até o final da manhã de hoje, ninguém havia sido preso. O aspirante Meira acredita que a placa tenha sido retorcida propositadamente para que o veículo não pudesse ser identificado.

Familiares e amigos da vitima relataram que o comerciante não tinha envolvimento com drogas e que era bem visto pela vizinhança. Mas ao contrário da versão apresentada pela família, moradores do bairro declaram que ele que o JM Comercial de Bebidas, servia apenas como fachada para encobrir um ponto de venda drogas, o que leva a polícia a crer que o caso tenha se tratado de um acerto de contas pelo envolvimento com drogas.

Fontes do CORREIO DA TARDE revelaram, que também existem indícios de acerto de contas por motivos pessoasis. O caso foi registrado na Delegacia de Plantão Zona Sul, mas as investigações devem ficar a cargo da 8ª Delegacia de Polícia (DP), de Cidade da Esperança. Maxwell de Souza era casado e deixa duas filhas.






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